Serviço técnico especializado

Sensores de Temperatura

Fornecimento, calibração e ajuste de termopares, termorresistências Pt100 e sondas industriais para indústrias em todo o Brasil — rastreáveis à RBC/INMETRO. Atendimento por engenheiros com registro no CREA, ART em cada laudo e procedimentos rastreáveis à RBC/INMETRO.

  • Engenheiros com registro ativo no CREA
  • Laboratório rastreável à RBC/INMETRO
  • ART registrada em cada laudo
  • Atendimento 24h em urgência industrial
O que é

O que é sensores de temperatura

Sensores de temperatura industriais convertem a grandeza térmica em um sinal elétrico confiável para monitoramento e controle. Os dois principais tipos são os termopares, formados pela junção de dois metais dissimilares que geram uma tensão em milivolts proporcional à temperatura, e as termorresistências Pt100, que exploram a variação da resistência elétrica do platino com a temperatura.

A escolha do sensor depende da faixa de temperatura, da precisão exigida, da velocidade de resposta e das condições do processo. Termopares tipo K e N são indicados para fornos, queimadores e caldeiras, com faixas que podem ultrapassar 1000 °C. Já as Pt100 são preferidas para processos que exigem alta exatidão, como indústria farmacêutica, alimentícia e câmaras frigoríficas.

Além do fornecimento, realizamos calibração em laboratório próprio ou in loco, ajuste de zero, span e linearidade, verificação de isolamento e emissão de certificado rastreável. Trabalhamos com termopares aterrados e isolados, Pt100 2, 3 e 4 fios, sondas com cabeça de conexão, termopares de superfície e sensores sanitários para aplicações específicas.

Onde é aplicado

Caldeiras e fornos industriaisReatores químicos e petroquímicosCâmaras frigoríficas e cadeia do frioProcessos farmacêuticos GMPEstufas e autoclavesSistemas HVAC hospitalares
Quando é obrigatório

Norma técnica aplicável

A calibração e verificação de sensores de temperatura são exigidas para instrumentos de segurança de caldeiras e vasos de pressão conforme a NR-13, em processos com validação GMP, em câmaras frigoríficas da cadeia do frio, estufas industriais, reatores químicos e sistemas HVAC críticos. Sensores com leituras instáveis, drift acima da tolerância ou que não rastreiam corretamente devem ser recalibrados ou substituídos.

Metodologia

Como executamos sensores de temperatura

Do primeiro diagnóstico à entrega do laudo, seguimos um procedimento padronizado, auditável e conforme normas técnicas. Cada etapa é rastreável e documentada.

  1. 01

    Recebimento e identificação

    Cadastro do instrumento, verificação de integridade e alinhamento de faixa de calibração com o cliente.

  2. 02

    Ensaio de calibração

    Comparação com padrão rastreável em pontos crescentes/decrescentes conforme procedimento técnico específico.

  3. 03

    Ajuste (quando aplicável)

    Ajuste eletrônico ou mecânico dentro da tolerância especificada, com repetição do ensaio pós-ajuste.

  4. 04

    Cálculo de incerteza

    Aplicação de incerteza combinada e expandida conforme ISO/IEC 17025 e critérios da RBC.

  5. 05

    Emissão do certificado

    Certificado de calibração rastreável à RBC/INMETRO com selo de identificação e etiqueta no instrumento.

Entregáveis do serviço

  • Certificado de calibração rastreável (RBC/INMETRO)
  • Etiqueta de identificação no instrumento
  • Registro de incerteza combinada e expandida
  • Relatório de ajuste (quando aplicável)
Escopo técnico

Variações e aplicações

O escopo de sensores de temperatura pode variar conforme o tipo de equipamento, a norma aplicável e o contexto operacional. Nossa equipe atende as principais variações:

Termopar tipo J (Fe-Constantan)

Faixa -40 a 750 °C. Modelos com bulbo em aço inox 304/316, cabeçote DIN Forma B e poço termométrico rosqueado 1/2" NPT — padrão em máquinas plásticas, extrusoras e fornos menores. Referência de mercado: linhas equivalentes a Ecil, Iope e Salvi Casagrande.

Termopar tipo K (Chromel-Alumel)

Faixa -200 a 1200 °C, o mais aplicado no Brasil. Fornecido com bainha inox 310, Inconel 600 ou cerâmica para alta temperatura, isolação mineral (MgO) e comprimentos U customizados. Compatível com transmissores 4-20 mA universais (WEG RTT, Novus TxIsoRail, Endress+Hauser iTEMP).

Termopar tipo T (Cu-Constantan)

Faixa -200 a 350 °C, alta estabilidade em baixas temperaturas. Indicado para câmaras frigoríficas, cadeia do frio, criogenia e ensaios laboratoriais — modelos flexíveis com fio PFA/Teflon.

Termopar tipo N (Nicrosil-Nisil)

Faixa -270 a 1300 °C. Alternativa moderna ao tipo K com maior resistência à oxidação e drift em ciclos térmicos severos — cimenteiras, siderurgia e fornos contínuos.

Termopar tipo S / R (Pt-Rh)

Faixa até 1600 °C com bainha cerâmica de alumina recristalizada. Usado em fornos de vidro, fundições e calibração de padrão secundário.

Pt100 2 fios

Configuração econômica classe B conforme IEC 60751, para transmissor acoplado à cabeça ou distâncias curtas — típico em skids compactos.

Pt100 3 fios classe A

Padrão industrial com compensação de resistência de linha. Bainha inox 316, cabeçote DIN B com transmissor 4-20 mA (equivalentes Novus TxBlock, WEG RTT ou Endress+Hauser iTEMP TMT82) — HVAC, farmacêutica e reatores.

Pt100 4 fios classe AA

Máxima precisão eliminando a resistência de cabo — laboratórios de calibração, banhos térmicos, autoclaves validadas e processos GMP.

Pt100 sanitária Tri-Clamp

Sensor higiênico em inox 316L com acabamento Ra ≤ 0,8 µm e conexão Tri-Clamp 1½" ou 2" — indústria farmacêutica, alimentícia, cervejaria e laticínios.

Termorresistência com poço termométrico

Poço barstock ou soldado em inox 316/Hastelloy conforme ASME PTC 19.3 TW-2016, com cálculo de wake frequency para linhas de alta velocidade em vapor, óleo térmico e petroquímica.

Calibração in loco

Verificação e ajuste do sensor instalado com forno seco portátil (Ecil FSP, Presys T-25N ou equivalente) e padrão rastreável, minimizando parada de linha.

Cobertura Nacional

Atendemos indústrias em todo o Brasil com fornecimento, calibração e ajuste de sensores de temperatura. Entre em contato e agendamos a visita do nosso técnico mais próximo da sua unidade.

Atendimento em todo o Brasil. Deslocamento programado para todas as regiões.

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Perguntas frequentes

Dúvidas sobre sensores de temperatura

Qual a diferença entre termopar e Pt100?+

O termopar gera uma tensão elétrica pela diferença de temperatura entre duas ligas metálicas, sendo indicado para faixas amplas e alta temperatura. A Pt100 mede a variação da resistência do platino e oferece maior precisão e estabilidade em faixas de -200 a 600 °C, sendo preferida em processos críticos e GMP.

Com que frequência devo calibrar sensores de temperatura?+

A periodicidade depende da criticidade do processo e da exigência normativa. Para instrumentos de segurança de caldeiras e vasos NR-13, a calibração deve acompanhar o ciclo de inspeção. Em processos GMP e cadeia do frio, recomenda-se anualmente ou conforme plano de calibração interno.

Vocês fornecem e calibram sensores de temperatura em todo o Brasil?+

Sim. Atendemos indústrias em todas as regiões do país, com deslocamento programado. Entre em contato e agendamos a visita do nosso técnico mais próximo da sua unidade.

É possível calibrar o sensor sem desmontá-lo da máquina?+

Sim, quando as condições do processo permitem, realizamos calibração in loco com comparador ou termômetro de referência rastreável. Para ajustes finos ou reparos, recomendamos a remoção do sensor para o laboratório.

O certificado de calibração é aceito pelo INMETRO?+

Emitimos certificados rastreáveis à Rede Brasileira de Calibração (RBC/INMETRO), com identificação do padrão utilizado, incerteza e condições ambientais. Essa rastreabilidade é aceita em auditorias, fiscalizações e certificações.

Como identificar se o termopar ou Pt100 está com defeito?+

Sinais de falha incluem leitura instável, valor fixo em curto-circuito, indicação de temperatura ambiente mesmo no processo quente, ou resistência fora da faixa esperada. Realizamos diagnóstico completo e indicamos reparo, substituição ou recalibração.